Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Em Dias de Chuva...

... como o de hoje, em que para além das fortes pancadas de água costuma estar uma ventania que não se aguenta, eu ao contrário da maioria dos comuns mortais não uso chapéu de chuva!

 

Manias!

 

Habituei-me a não ter de transportar tal objecto, que me ocupa espaço na mochila, que mesmo o mais resistente se vira do avesso e as varetas se partem com as rajadas de vento, que depois de utilizado nunca sabemos muito bem onde o deixar ora porque deixa o chão do corredor ou do vão de escadas molhado, ora porque para os mais superticiosos não deve ficar aberto dentro de casa porque dá azar... enfim, uma panóplia de razões que contribuíram para a minha aversão ao chapéu de chuva!

 

No entanto, nos últimos, vá, 15 ou 20 anos até utilizei chapéu...  é o que dá acompanhar senhoras que o usam e que são mais baixas do que eu! Acabo por segurá-lo e seguir o nosso caminho. Não sempre. Mas quase... nas restantes vezes sigo eu o meu caminho a passo mais acelerado, principalmente se estivermos a chegar ao destino. Acabo por me molhar menos!

 

Lembro-me de uma vez que ainda cedi à tentação de o levar. Acabou por não sair da mochila... a chuva não justificava!

 

Hoje ainda peguei nele. Desci as escadas, abri a porta da rua vi, que não estava a chover assim tanto vi mal e ali ficou...

 

 

 

No entanto e à falta de chapéu costumo levar comigo duas coisas que não ocupam muito espaço...

A SORTE e as minhas PERNINHAS para uma bela corrida! Em muitos anos, hoje só funcionaram as perninhas... a sorte deve ter ficado a na caminha, a conselho do Marco Fortes

P.S.1: Cheguei a casa tive de passar os pézinhos por aguinha quente!

 

 

sinto-me: Molhado!
publicado por Arroto Azul às 19:53
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

Resurrection

O final do dia de Terça Feira ficou marcado pela repentina mudança de tempo... Apesar deste estar quente e abafado, as nuvens começaram a aparecer e o céu começou a ficar com ar de quem se preparava para nos prendar com uma valente trovoada.

Não tardou muito até que, ao olhar pela janela pudesse ver as primeiras gotas de água a caírem do céu e atrás do prédio da frente se visse o clarão dos relâmpagos que pareciam começar a aproximar-se cada vez mais. A chuva fazia-se ouvir cada vez mais intensa e tempo que passava entre o clarão e o som dos relâmpagos era cada vez menor...

E era ao som desta sinfonia que via na sala com o meu Pai e Xamakita, Portugal vs Montenegro, com o resultado já em 1-0 favorável à Nossa Selecção. Portugal dominava,  adivinhava-se um segundo golo...

KABUUUUUUUUUUUUUUUUUM!!

Parecia que estávamos no meio de um bombardeamento... O clarão e som do trovão deram-se em simultâneo. a trovoada estava mesmo por cima de nós. Não me lembro da última vez que assisti a um fenómeno destes tão intenso. Nem a trovodada do ano passado que eu filmei foi assim tão arrasadora! E quando digo arrasadora não estou a exagerar...

Logo após toda aquela descarga eléctrica vinda dos céus, tudo o que se via cá em casa era escuridão. Toca a ir buscar a lanterna, ver se a avó lá no andar de baixo estava bem e qual é o meu espanto quando
chegamos e nos deparamos com as luzes acesas. Voltei cá acima e vi que apenas o nosso quadro tinha disparado. Liguei-o... ao mesmo tempo lembrei-me que tinha o computador ligado quando da descarga! Não rezei porque não sei, mas pedi aos anjinhos para nada de mal ter acontecido à máquina!

Aconteceu...

Liguei o pc. Nada. Mudei a ficha de tomada. E mais nada. Mooooorreu! Não mais deu sinal de vida. Fiquei uma boa meia hora a olhar para ele feito parvo a não querer acreditar que me tinha abandonado e partido numa viagem sem regresso...

Entretanto recebo sms do Tio Neon, a comentar a trovoada que que também ele sentiu bem de perto. Resolvi ligar-lhe esperando alguma resolução imediata para aquele que cada vez mais parecia um problema sem resolução.

Mais umas tentativas e nada havia a fazer. Talvez fosse fonte de alimentação, o mais certo já que ele não dava sinal de vida, talvez fosse board. O diagnóstico ficava para o dia seguinte quando fosse até à loja.

Foi fonte e board!! Lá larguei a nota, mas acabou por não ser assim tão caro.

Instalação de fonte, instalação de board e o meu pc voltou a ter vida... no entanto depois do choque o melhor mesmo vai ser apagar-lhe a memória para não viver a sua nova vida com más recordações.

Mas, formatação do disco só lá para segunda feira!

sinto-me: Aliviado
publicado por Arroto Azul às 14:11
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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2006

Trovoada - Parte II

A noite passada, depois de escrito o post Trovoada, meti-me debaixo do edredão e iniciava aquela que esperava ser uma longa noite de sono…
 
A verdade é que eram perto das cinco e meia da manhã, acordo com uma enorme chuvada e com uma trovoada de todo o tamanho.
 
Uma vez que tinha acordado e sabia que não ia conseguir adormecer em tempo útil, aproveitei para registar na minha memória e não só, esta monumental trovoada que, apesar de não estar muito perto, fazia estremecer as janelas!
 
Assim foi, peguei na máquina fotográfica, seleccionei modo vídeo, levantei o estore, abri a janela e captei uns belos momentos...
 
Entretanto, a trovoada pareceu abrandar um pouco, aproveitei para ligar o computador, transferir para lá os vídeos e fazer o upload num site de alojamento, daquele que considerei ser o melhor deles, para que assim o pudesse partilhar convosco.
 
O vídeo era “bem pesado” e acabou por demorar uns longos minutos até que o seu upload fosse concluído. Com isto tudo, faltava pouco para as sete horas da manhã. Altura ideal para ir tomar o pequeno almoço…
 
Foi já de barriguinha cheia que voltei para o quentinho da minha cama!
 
Talvez, depois de verem este cerca de um minuto de vídeo, onde são visíveis alguns relâmpagos e é bem perceptível o poder de um trovão e relembrando o que escrevi na primeira parte do post Trovoada, consigam perceber melhor porque é que eu gosto assim tanto destas noites…


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publicado por Arroto Azul às 00:00
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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2006

Trovoada

Quase uma da manhã…
 
Agora, no abrigo do meu quarto, longe da chuva e do vento que se faz sentir lá fora…
 
É com pouca luz e com os clarões de uma enorme trovoada que escrevo este pequeno artigo.
 
Devo confessar-vos que apesar de não gostar do Inverno e das suas chuvas sempre acompanhadas daquelas rajadas de vento bem irritantes, adoro trovoadas. Têm qualquer coisa que me fascina! Acho que os relâmpagos provocam em mim uma descarga de adrenalina.
 
Há minutos atrás, uma aventura... Regresso a casa, no interior do automóvel, limpa pára-brisas no modo mais rápido, diga-se de passagem de pouco ou nada servia, já que do lado de fora a chuva caía como se estivesse por cima de nós um regador gigante a verter água cá com uma fona! Não se viam as curvas, as rotundas, os outros carros, sem contar com o facto de se ter de limpar constantemente o vidro que teimava em embaciar de dois em dois minutos… ou seja, tudo dependia do instinto de quem dirigia o bólide condutor.
 
O que vale é que o carro em questão é uma máquina de guerra, clássica, que ultrapassa todo o tipo de obstáculos, até duas ou três zonas de cheias!
 
AH! Esqueci-me de dizer que também tivemos sorte, afinal de contas as bermas do passeio parece que se desviaram uma ou duas vezes antes de lhes darmos uma espécie de palmadinha nas costas…
 
Lá fora, neste momento, está tudo um pouco mais calmo… uma chuva miudinha, por vezes batida a vento sem direcção certa, cai do céu escuro que contrasta com o clarão dos trovões… já mais distantes e mais espaçados no tempo.
 
Lembrei-me agora que talvez tenha como antepassado Thor, o todo o poderoso Deus do trovão. Talvez isso explique este meu fascínio por trovoadas.
 
Já agora, aproveito o facto de começar a dizer coisas sem sentido para revelar também que para desfrutar em pleno deste fenómeno, é obrigatório que haja quebra de energia e que não haja luz para aí durante um boa hora e meia. Nessa altura, vou buscar a lanterna, dirijo-me ao andar de baixo onde está a minha avó, coitadita meio assustada, à espera que lhe apareça uma alma penada a oferecer-lhe uma travessa de caracóis, aquele molusco gastrópode de concha em espiral, que por onde passa deixa um rasto de gosma ou como alguém lhe chama, osguinhas, que ela detesta.
 
Antes lhe trouxessem tremoços…
 
Infelizmente, ou não, a corrente de electrões não deixou de abastecer cá em casa, já que se isso tivesse acontecido, o mais certo era ter assassinado o disco do computador e já não estaria aqui a partilhar convosco estes meus pensamentos e aventuras!
publicado por Arroto Azul às 02:09
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